A proposta para o Orçamento do Estado para o próximo ano já foi apresentada, tendo-se multiplicado os artigos; debates e conferências, como é usual,sobre um documento que influencia ó rendimento disponível das famílias e as opções de investimento das empresas. Apresentamos de seguida, algumas, que destacamos como mais significativas.
Portugal teria registado um Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 quase 2% inferior se não tivesse beneficiado dos investimentos apoiados pelas Fundos da União Europeia, no âmbito das políticas de coesão e de desenvolvimento rural da UE, aponta um RELATÓRIO recentemente divulgado pela Comissão Europeia.
A CGTP aprovou, no passado dia 7 de Setembro, a sua proposta reivindicativa para 2017, que prevê aumentos salariais de 4%, que garantam um mínimo de 40 euros a cada trabalhador, e o aumento do salário mínimo nacional para os 600 euros.
O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, assegurou na quinta-feira, dia 8 de Setembro que o Orçamento de Estado para 2017 trará “uma diminuição da carga fiscal” para todos os portugueses.