Progest Novembro 23, 2021 Sem comentários

Investimentos na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas

Objetivo:

Apoiar a realização de investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas destinados a:

  • Promover a expansão e a renovação da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do sector;
  • Preservar e melhorar o ambiente, assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho.

Beneficiários:

As pessoas singulares ou coletivas que se dediquem à transformação ou comercialização de produtos agrícolas.

Despesas elegíveis:

  • Vedação e preparação de terrenos;
  • Edifícios e outras construções diretamente ligados às atividades a desenvolver;
  • Adaptação de instalações existentes relacionada com a execução do investimento;
  • Máquinas e equipamentos novos, incluindo equipamentos informáticos;
  • Equipamentos de transporte interno, de movimentação de cargas e as caixas e paletes com duração de vida superior a um ano;
  • Caixas isotérmicas, grupos de frio e cisternas de transporte;
  • Equipamentos sociais obrigatórios por determinação da lei;
  • Automatização de equipamentos já existentes na unidade;
  • Equipamentos não diretamente produtivos, nomeadamente equipamento visando a valorização dos subprodutos e resíduos destinados à valorização energética ao controlo da qualidade;
  • Despesas gerais: no domínio da eficiência energética e energias renováveis, software aplicacional, propriedade industrial, diagnósticos, auditorias, planos de marketing e branding e estudos de viabilidade, acompanhamento, projetos de arquitetura, engenharia associados aos investimentos

Taxas de apoio:

Os apoios são concedidos sob a forma de subvenção não reembolsável.

  • Investimento mínimo: 200.000€
  • Investimento máximo: 1.000.000€

Taxa base de apoio:

  • Regiões menos desenvolvidas – 30%
  • Outras regiões – 20%

Majorações:

  • Projetos promovidos por Organizações ou Agrupamento de Produtores – 10 p.p.
  • Investimentos a realizar pelas Organizações ou Agrupamentos de Produtores no âmbito de uma fusão – 20 p.p.
  • Operações no âmbito da PEI – 5 p.p.

Taxa máxima:

  • Regiões menos desenvolvidas – 45%
  • Outras regiões – 35%

Candidaturas:

Até 7 de Janeiro

A Progest é uma consultora especializada neste tipo de matéria e como tal, podemos apoiar a sua candidatura a este tipo de programas.

Entre em contacto connosco. Comece já hoje a preparar a sua candidatura!!!

Progest Novembro 17, 2021 Sem comentários

Estudos de Viabilidade Económica e Financeira

Antes de uma empresa/empresário se lançar na execução de qualquer projeto novo é recomendável que se proceda a um Estudo de Viabilidade Económica e Financeira. Esta é também uma ferramenta indispensável para diversas situações relacionadas com Aquisição, Avaliação, Alienação ou Fusão de negócios.

Os Estudos de Viabilidade Económica e Financeira têm como principal objetivo a avaliação do valor do negócio e redução do risco associado à incerteza sobre o retorno dos investimentos a efetuar.

.

Vantagens:

  • Irá gerar uma projeção mais acertada do negócio, conseguindo projetar quando é que o investimento irá trazer retorno;
  • Será possível definir metas mais objetivas e seguras para melhorar os resultados do negócio;
  • Será mais fácil manter o controlo do negócio, minimizando falhas, evitando prejuízos e sabendo, principalmente, onde e como investir para o seu crescimento;
  • Permitirá prever o tempo médio de retorno do investimento inicial;
  • Permitirá perceber se o negócio tem oportunidades de crescer e prosperar;
  • Permitirá minimizar os erros nas tomadas de decisões;
  • São uma forma eficaz de apoio à negociação de condições de crédito junto das instituições bancárias;
  • Entre outras.

.

O Estudo de Viabilidade Económica e Financeira funcionará como uma espécie de previsão sobre o futuro da empresa a curto e médio prazo. E dará ao investidor uma base de informação sólida para avaliar a pertinência do seu investimento.

A Progest é uma consultora especializada neste tipo de matéria e como tal, podemos apoiá-lo na elaboração deste estudo.

Entre em contacto connosco. Comece já hoje a implementar a sua ideia de negócio!!!

Progest Novembro 5, 2021 Sem comentários

Cheque-Formação

Objetivo:

O Cheque-Formação visa reforçar a qualidade e a celeridade das medidas ativas de emprego, em particular no que respeita à qualificação profissional, procurando, nomeadamente:

  • Contribuir para a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas, através do reforço da qualificação profissional dos seus trabalhadores, em especial dos menos qualificados;
  • Incentivar os percursos de aprendizagem ao longo da vida, bem como o desenvolvimento pessoal dos ativos empregados e dos desempregados;
  • Corresponsabilizar as entidades empregadoras, os ativos empregados e os desempregados na procura de respostas de formação que promovam a melhoria dos desempenhos profissionais.

.

Quem pode apresentar candidatura:

As entidades empregadoras, relativamente aos seus trabalhadores, sendo consideradas para este efeito, as pessoas coletivas ou singulares de direito privado, com ou sem fins lucrativos.

.

Apoios financeiros:

Duração máxima da formação a apoiar/TrabalhadorValor do apoio/Trabalhador
50 Horas em 24 meses4€/hora/Trabalhador

Máximo: 175€/Trabalhador

Até ao 90% do valor total da formação

O Cheque-Formação tem um regime de candidatura aberta.

A Progest é uma consultora especializada neste tipo de matéria e uma entidade formadora certificada pela DGERT. Como tal, podemos apoiar a sua candidatura a este tipo de programas e gerir o processo na sua globalidade.

Entre em contacto connosco. Comece já hoje a preparar a sua candidatura!!!

Progest Outubro 17, 2021 Sem comentários

Programa Adaptar Turismo

PUBLICADO NOVO MECANISMO DE APOIO ÀS EMPRESAS

.

Está disponível um mecanismo de apoio à recuperação da atividade empresarial, designado por PROGRAMA ADAPTAR TURISMO, que visa apoiar as empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos, permitindo ajustar os métodos de organização do trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores ao contexto pós -COVID -19.

.

Âmbito setorial

Projetos inseridos nas atividades económicas com os CAE do turismo:

49392 — Outros transportes terrestres de passageiros diversos, n. e. (1).
551 — Estabelecimentos hoteleiros.
55201 — Alojamento mobilado para turistas.
55202 — Turismo no espaço rural.
55204 — Outros locais de alojamento de curta duração.
55300 — Parques de campismo e de caravanismo.
561 — Restaurantes.
563 — Estabelecimentos de bebidas.
771 — Aluguer de veículos automóveis.
79 — Agências de viagem, operadores turísticos, outros serviços de reservas.
82300 — Organização de feiras, congressos e outros eventos similares.
90040 — Exploração de salas de espetáculos e atividades conexas (2).
91020 — Atividades dos museus.
91030 — Atividades dos sítios e monumentos históricos.
91041 — Atividades dos jardins zoológicos, botânicos e aquários (2)
91042 — Atividades dos parques e reservas naturais (2).
93110 — Gestão de instalações desportivas (2).
93192 — Outras atividades desportivas, n. e. (2).
93210 — Atividades de parques de diversão e temáticos (2).
93211 — Atividades de parques de diversão itinerantes (2).
93292 — Atividades dos portos de recreio (marinas) (2).
93293 — Organização de atividades de animação (2).
93294 — Outras atividades de diversão e recreativas, n. e. (2).
93295 — Outras atividades de diversão itinerantes (2).
96040 — Atividades de bem -estar físico (2).

(1) Enquadrável desde que pelo menos 50 % da atividade diga respeito a transporte de turistas.
(2) Atividades enquadráveis, desde que desenvolvidas por empresas de animação turística e registadas no Registo Nacional dos Agentes de Animação Turística (RNAAT).

.

Beneficiários

Micro, pequenas e médias empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.

.

Despesas elegíveis

  • Custos com a requalificação, modernização e ampliação dos espaços existentes, incluindo obras de adaptação, que permitam responder a necessidades decorrentes da pandemia da doença COVID -19;
  • Aquisição e instalação de dispositivos de pagamento automático, incluindo sistemas de self -check -in e self -check -out, preferencialmente os que utilizem tecnologia contactless;
  • Custos iniciais associados à domiciliação de aplicações/softwares relevantes para o contexto subsequente à pandemia da doença COVID -19, incluindo o investimento em hardware que se afigure necessário para o efeito; adesão inicial a plataformas de comércio eletrónico; subscrição inicial de aplicações em regimes de software as a service para interação com clientes e fornecedores; criação de website/loja online/app justificada pelo contexto atual, bem como a criação e publicação inicial de novos conteúdos eletrónicos e a inclusão ou catalogação em diretórios ou motores de busca;
  • Aquisição de serviços de consultoria especializada para a adaptação do modelo de negócio aos novos desafios do contexto subsequente à pandemia da doença COVID -19, bem como para a requalificação, modernização e ampliação das instalações que daí resultar, desde que associados, no contexto da candidatura, à realização dos investimentos identificados nas alíneas a) a c) do presente artigo;
  • Despesas com a intervenção de contabilistas certificados ou revisores oficiais de contas, na validação da despesa dos pedidos de pagamento, até ao valor de 15 % do valor do investimento e com o limite de 2500€.

.

Taxa de incentivo

  • 75 % sobre as despesas elegíveis, com um limite máximo de 15 000€ por empresa
  • No caso das empresas que estiveram encerradas administrativamente no contexto da situação da pandemia da doença COVID -19 e com atividade principal enquadrada nos CAE 56302, 56304, 56305, 93210 e 93294, a taxa de incentivo indicada no número anterior é majorada para 85 %, com um limite máximo de 20 000€ por empresa.

.

Critérios de elegibilidade dos projetos

a) Investimento superior a 2500€;
b) Ter uma duração máxima de execução de 12 meses, a contar da data de notificação da decisão favorável, tendo como limite 31 de dezembro de 2022;
c) Não estar iniciado à data da apresentação da candidatura;
d) Estar em conformidade com as disposições legais e regulamentares que lhes forem aplicáveis.

.

A Progest é uma consultora especializada neste tipo de matéria e como tal, podemos apoiar a sua candidatura a este tipo de programas.

Entre em contacto connosco.  📲☎️💻  Comece já hoje a preparar a sua candidatura!!!

We are driving innovation 🛸🛸🛸

Progest Outubro 14, 2021 Sem comentários

Novo incentivo fiscal ao investimento – IFR

INCENTIVO FISCAL AO INVESTIMENTO PODE CHEGAR ATÉ 25%

.

Chama-se IFR – Incentivo Fiscal à Recuperação e é o novo instrumento criado no Orçamento do Estado para 2022 para prolongar o incentivo fiscal ao investimento empresarial no primeiro semestre do próximo ano.

.

Segundo a proposta do Governo, entregue esta 2ªfeira no Parlamento, nos próximos cinco anos, as empresas vão poder deduzir no IRC “10% das despesas de investimento habituais ou 25% do valor do investimento adicional, isto é, que supere a média dos últimos três anos”.

O limite para a dedução à coleta de IRC é de cinco milhões de euros, com as empresas a terem de cumprir duas condições durante os próximos três anos: não avançarem com despedimentos ou com a extinção de postos de trabalho e não distribuírem lucros.

São elegíveis as despesas de investimento “relativas a ativos fixos tangíveis e ativos biológicos que não sejam consumíveis, adquiridos em estado de novo e que entrem em funcionamento ou utilização até ao final do período de tributação que se inicie em ou após 1 de janeiro de 2022”.

Entram também as despesas com projetos de desenvolvimento e com “elementos da propriedade industrial, como patentes, marcas, alvarás, processos de produção, modelos ou outros direitos assimilados, adquiridos a título oneroso e cuja utilização exclusiva seja reconhecida por um período limitado de tempo”.

Esta tarde, em Viana do Castelo, o primeiro-ministro, António Costa, já tinha adiantado que a proposta do Governo liderado pelo PS previa “um novo incentivo fiscal à recuperação, de forma a dar um apoio suplementar às empresas para poderem investir”.

Classificou-o como “um forte incentivo para que investiam no sentido da recuperação e da sua capitalização”, acrescentando que este “instrumento interno” será complementar ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no apoio ao investimento empresarial, que tem sete mil milhões de euros “destinados exclusivamente às empresas, em geral, e às indústrias, em particular”.

Durante a pandemia, o Governo reintroduziu o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI II) para permitir uma dedução à coleta de IRC no montante de 20% das despesas de investimento em ativos afetos à exploração, efetuadas entre 1 de julho de 2020 e 30 de junho deste ano. No ano passado, este instrumento permitiu às empresas portuguesas abater um total de 145 milhões de euros ao imposto.